
No último ano, a vida de Pedro Rodil mudou completamente. De caloiro do curso de Artes, o rapaz de 19 anos de Azenhas-do-Mar saltou para protagonista da série juvenil portuguesa de maior sucesso. Os “Morangos com Açúcar” trouxeram-lhe a fama, a que já se habituou, e a vontade de lutar por uma carreira na área da representação. Deixou a casa dos pais e está a aprender a viver sozinho. Conheça melhor Pedro Rodil!
Que balanço faz do ano 2008?
Foi um ano de mudança radical com a entrada nos “Morangos com Açúcar”. Era estudante de Artes, com a rotina da Faculdade, e de repente entro para um mundo completamente diferente, que não conhecia. Já tinha feito cinema aos 10 anos, mas nada se compare. Foi muito positivo este trabalho e esta nova vida.
O curso de Artes Visuais vai ficar de lado?
Vai. Se tiver sucesso como actor, fica mesmo posto de parte.
A família aceitou bem a decisão?
Completamente, eles apoiaram-me sempre em tudo.
Está a pensar fazer formação na área da representação?
A seguir aos “Morangos com Açúcar” estou mesmo a pensar fazer formação em Portugal, Brasil ou Nova Iorque. Onde der!
Como é que lida com o assédio dos fãs na rua?
Sinceramente já nem noto, é normal.
Mas sente que é alvo de muita atenção?
Sim, vou a um shopping ou a outro sítio qualquer e sinto toda a gente a olhar para mim. Ao princípio incomodava-me porque não estava habituado, aliás, ninguém está, mas hoje em dia já encaro com normalidade essa situação. Aquelas pessoas se calhar só nos vêem uma vez, por isso temos de respeitar.
E é mais abordado por crianças ou jovens?
Envolve todas as faixas etárias, desde os mais pequenos, a pessoas da minha idade ou mais velhas.
Como é que se preparou para os “Morangos”?
Já tinha feito cinema quando era mais novo. Mas quando fui seleccionado entrei logo, não tive tempo para fazer o workshop da NBP, apenas tive as semanas de ensaios antes de começarmos a gravar.
Já sente que evoluiu como actor desde o início das gravações?
No início todos estávamos um bocado nervosos, com pouco à-vontade perante as câmaras, preocupados com as marcações… Mas hoje em dia já é normal, flui.
Com quem é que costuma estudar os textos?
Em casa estudava com a minha mãe, mas agora vivo sozinho. Revejo os textos com a Laura Galvão e o Gonçalo Dias, que são os actores com quem contraceno mais.
Agora vive em Lisboa?
Sim. Vir de Azenhas-do-Mar para Vialonga todos os dias era muito cansativo. Agora estou a viver mais perto e sozinho, gosto do meu espaço.
E como está a ser essa experiência?
Ter de passar a ferro e lavar a loiça e a roupa não é fácil, mas tem de ser. Gosto da minha independência.
E nos “Morangos com Açúcar” está tudo a correr como imaginava que seria?
É completamente diferente. Pensava que ia ser difícil mas não tanto, isto em termos de trabalho, porque gravamos muitas horas e não tenho tempo para me divertir. Então decidi divertir-me no plateau, aproveitar as cenas e saborear as palavras que estão no texto. Acho que também é por isso que corre tudo tão bem.
E o ambiente?
O ambiente é óptimo, o elenco é excelente, a equipa técnica também, ajudamo-nos muito uns aos outros, isto é uma escola.
Quais são os seus propósitos para 2009?
Continuar a trabalhar e tentar fazer sempre melhor.
Uma retrospectiva do ano de 2008 em todas as áreas, começando com o grande acontecimento musical do ano: o fim da banda de maior sucesso de sempre dos Morangos com Açúcar, os D’zrt, e o concerto que levou quase 20 mil pessoas ao Pavilhão Atlântico.

Os trios amorosos viraram moda na sexta temporada da série Morangos com Açúcar! Além de Beatriz e Madalena que gostam ambas de Rodrigo e após Fred que está indecisa por Miguel ou Joel, heis que surge mais um. Desta vez são duas Just Girls as protagonistas: Alice e Anabela. É que ambas vão, em breve, disputar a atenção e o amor de Arlindo! Resta esperar para saber qual será a escolha do gerente do 24…
Créditos da notícia: MCASérie

Laura Galvão considera que 2008 “foi um ano muito positivo” e para 2009 deseja “trabalhar muito, divertir-me imenso e colher aquilo que agora estou a semear”.
Laura Galvão detesta passas mas, para não deixar a tradição passar completamente ao lado, tem uma solução: “Como pinhões…”

















