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O site morangosonline.com é apenas um site para os fãs da série juvenil Morangos Com Açucar. Este não é o site oficial nem estamos em contacto com as entidades oficiais (TVI & Plural Studios). Todas as informações contidas neste site são retiradas de jornais e revistas. Toda a multimédia que está publicada tem copyrights e todos os episódios para download são gravados por morangosonline.
Sê original, não copies.
Rui Porto Nunes: “Vou manter a minha vida privada o mais reservada possível”
Começou nos Morangos com Açúcar, mas foi enquanto protagonista da série Lua Vermelha que Rui Porto Nunes se tornou conhecido. Aos 24 anos, o ator e atual apresentador do Curto Circuito, na SIC, já provou que é mais do que uma cara bonita e que, apesar da fama, continua com os pés bem assentes na terra. Apaixonado pela representação e pela vida, Rui é bastante cioso da sua privacidade. Não esconde que namora com a apresentadora Vanessa Oliveira, de 29 anos, mas prefere não fazer comentários sobre a relação.
- Sempre quis ser ator? Rui Porto Nunes – Sim, fiz teatro na escola, gostava muito de ver televisão e de um dia pertencer ao meio. Como achava que não tinha grandes capacidades, acabei por decidir estudar realização, que interrompi com o convite para os Morangos. Desde então, tenho estado sempre a trabalhar.
- E agora com a série Lua Vermelha acabou por ter maior visibilidade… - Foi a série que me colocou mais próximo das crianças e dos adolescentes e me trouxe um reconhecimento muito maior.
- Há quatro anos que tem trabalho constante. A sorte é fundamental? - Julgo que também ajuda, mas na minha opinião tem mais a ver com dedicação e trabalho. Se formos profissionais, se nos empenharmos e tivermos capacidade para ouvir os outros, as coisas vão surgindo. Mais »
No musical da Páscoa de “Morangos com Açúcar”, o casal de protagonistas recria uma história de amor trágico.
A paixão está ao rubro na novela juvenil da TVI, cujas gravações da oitava temporada estão já na reta final. No espetáculo da Páscoa, os alunos da D. Sebastião recriam a popular e trágica história de amor de “Romeu e Julieta”, com Marta (Gabriela Barros) e Lourenço (David Carreira) nos principais papéis.
Vestidos a rigor e em cenários coloridos, os “moranguitos” mostraram que talento é coisa que não falta nesta escola de artes. Na ação, os dois jovens conhecem-se num baile de máscaras e caem de amores um pelo outro. Literalmente! Tudo porque a eterna guerra entre as famílias dos dois jovens torna o seu amor impossível e, após uma série de mal-entendidos, os dois acabam por morrer. “Amei gravar estas cenas”, confessou Gabriela Barros.
A crise não fez estragos noCarnaval. Neste ano, tal como nos anteriores, são várias as figuras públicas convidadas para desfilar nos cortejos carnavalescos. Entre actores, modelos e estrelas da‘Casa dos Segredos’ (TVI), os reis e rainhas do Carnaval são pagos consoante a aposta de cada região, com quantias bem mais chorudas a norte… se a chuva não estragar o investimento.
Estarreja apostou forte na edição deste ano. A actriz e cantora Marina Mota é a cabeça de cartaz e será rainha nos desfiles marcados para domingo e terça-feira. Para tal, vai receber 10 mil euros. É a figura pública portuguesa com o cachet, conhecido, mais elevado.
Na Mealhada a escolha recaiu sobre o actor brasileiro André Gonçalves, que participa na novela da SIC ‘Escrito nas Estrelas’. Vai arrecadar 15 mil euros.
Bem menos significativo é o pagamento do vencedor da ‘Casa dos Segredos’. O pastorAntónio vai desfilar em Oiã, Oliveira do Bairro, por três mil euros. A seu lado estará a cantora Ruth Marlene, que irá receber menos 500 euros.
Mais a sul, a actriz Sandra B. é a rainha do corso de Samora Correia. Por cada dia que desfila recebe 500 euros.
Menos sorte tem a actriz Liliana Santos, que para desfilar em Lordelo, Paredes, receberá apenas ajudas de custo.
RITA PEREIRA NA FIGUEIRA
Foi na Figueira da Foz que Rita Pereira, 28 anos, saltou para o estrelato, ao ser coroada Miss Biquini, em 2002. Volta agora como rainha do Carnaval, tendo a seu lado o manequim Joaquim. A organização do Carnaval não revela o montante pago.
A sua personagem nos “Morangos” é o simpático Filipe que, neste momento, vive um amor inesperado
Tem 18 anos e esta é a sua segunda temporada nos “Morangos com Açúcar”. Da anterior para a atual, a sua personagem, Filipe, sofreu algumas “mudanças”, o que agradou ao jovem Rodrigo Paganeili: “Ele está mais adulto e já consegue encarar os problemas com mais seriedade”. Sendo um dos “veteranos” da série, o jovem admite que os colegas “novatos” lhe pediram conselhos, principalmente sobre como reagir aos fãs e às críticas. “Falava-lhes da minha experiência”, recorda. “Nos blogues, por exemplo, havia quem dissesse mal dos atores que interpretam as personagens mazinhas. Eu dizia-lhes que não deviam ficar tristes, porque se o público não gostava deles significava que estavam a fazer bem o trabalho.” Em relação a si próprio, o jovem admite que não se costumam meter muito com ele. Mas, quando o fazem, “como o Filipe é um puto bacano e bailarino, às vezes pedem-me para dançar”. “Digo sempre que estou lesionado!”, confessa. Com as gravações da 8ª série a terminar, Rodrigo sabe que não vai continuar. Se não receber outros convites na área da representação, já sabe o que vai fazer: “Tenho saudades de estudar. Só não sei se vou para o Conservatório de Teatro ou tentar Medicina”.
Gabriela Barros contracena com David Carreira na festa da Páscoa
O casalinho vive em palco uma história de amor dramática, onde não falta música e… lágrimas
Para assinalar a Páscoa, o elenco de “Morangos com Açúcar” reuniu-se no Cine Teatro de Torres Vedras, onde gravou as cenas de um musical. O espetáculo, baseado na história trágica de “Romeu e Julieta”, teve como protagonistas Lourenço (David Carreira) e Marta (Gabriela Barros), que levaram para o palco a sua própria his, tória de amor. Entusiasmada, a jovem atriz admitiu: “Amei gravar estas cenas”. A produção, repleta de música, coreografias e cenários espetaculares, foi um sucesso e promete agora arrancar palmas e suspiros aos espetadores da série juvenil.
Aos 37 anos, a actriz Mafalda Vilhena saboreia a experiência de voltar a contracenar com os novos talentos em ‘Morangos com Açúcar’. Mas os seus olhos brilham quando fala do marido e das duas filhas, revelando-se uma mulher para quem a família é tudo…
- Integra o elenco da série ‘Morangos com Açúcar’ (TVI). Como tem sido esta experiência?
- Tem estado a correr bem, tranquilo. A experiência tem sido óptima. Eu também não tenho problemas em fazer estes produtos infanto-juvenis, como a ‘Floribella’. Sei que são projectos diferentes, mas a ‘Floribella’, a ‘Rebelde Way’ e os ‘Morangos’ são produtos jovens e mais leves.
- Na série, tem oportunidade de contracenar com novos talentos. Como é o contacto com os mais jovens?
- Muito giro. Para já, é estranho, porque eles, com cerca de 18 anos, chamam-me ‘senhora’. Fico possuída, mas até percebo. No outro dia estávamos em estúdio a trabalhar e o meu colega Élvio, o professor de Matemática, disse-me: “Tens de pensar que quando fazias a ‘Floribella’ – que foi há seis anos –, estes miúdos tinham 12…” Eram crianças a ver a bruxa na ‘Floribella’. Depois aparece a Mafalda fisicamente. De facto, aceito que me chamem a ‘senhora Mafalda’.
- Neste encontro de gerações, acabam por lhe pedir conselhos?
- Falamos muito mas não numa base de conselhos.
- Como está a saborear esta professora de teatro?
- Acho divertido, sobretudo quando gravo no auditório. Sinto sempre uma adrenalina maior. Estou mais exposta e acabo mesmo por ser eu, Mafalda, e não a personagem ‘Alexandra’ a dar uma aula. Como o texto é feito com base nos exercícios de teatro – muitos deles vivi-os e fi-los –, eles estão todos com muita atenção. Por vezes, até se esquecem de falar.
- Pôde dar mais de si e da sua experiência nesta personagem?
- Mais de mim no sentido em que é uma coisa que já vivi, porque já dei aulas e tenho formação em teatro. Além disso, o director de actores, João Pedreiro, deu-me permissão para poder alterar algum exercício, o que já aconteceu.
- Antes dos ‘Morangos’, participou em ‘Maternidade’, série da RTP…
- Foi apenas no último episódio. Se as pessoas estiverem com atenção – fica aqui a dica – estou com umas grandes maminhas. Estava grávida de cinco meses.
- Qual o balanço que faz da sua carreira?
- Falar em carreira arrepia-me um bocadinho. Mas, à nossa maneira, tem sido tranquila. Tive alguns altos e baixos, mas sinceramente não me posso queixar.
- Numa altura em que toda a gente fala da crise, da falta de convites…
- Um actor pode estar sempre a criar, mas se não é visto há qualquer coisa que falha. Parece que deixamos de acreditar em nós. Portanto, quando estou algum tempo parada, começo a ficar ansiosa, a achar que ninguém me quer ou que fui preterida. Mas, em verdade, não me posso queixar, tenho de agradecer os trajectos – chamemos-lhes assim – que me têm aparecido. Agora há desafios que eu gostaria que aparecessem mais e outros não, mas a vida não é feita daquilo que nós gostaríamos ou que nós quiséssemos.
- A sua participação nos ‘Morangos’ termina em Março. Tem já algum projecto na forja?
- Não, mas dêem-me aí uns 15 dias para apanhar sol…
Mafalda Teixeira, actriz, está a preparar-se para novos projectos, um dos quais em cinema, que deverá ser conhecido em Abril. Entretanto, tenta fugir à crise que também se sente na sua área.
– Que projectos tem actualmente?
– Estou a fazer formação e a preparar dois projectos. Estou ainda a fazer algumas dobragens, que adoro, e a preparar a minha personagem.
– Essa personagem é para novela?
– Não, é para o cinema. E este projecto é já para o início de Abril.
– Começou a carreira de actriz nos ‘Morangos com Açúcar’ há quatro anos. Que balanço faz?
– Os ‘Morangos’ foram uma enorme mudança na minha vida. Foi a minha primeira experiência na área da TV e mudou toda a minha vida, a nível pessoal e profissional. Tive de começar a gerir melhor o meu tempo e voltar a pensar todos os objectivos.
– E ‘pagou’ algum preço?
– Sim. No entanto, sempre tentei gerir as coisas de forma a perder o menos possível. Perdi disponibilidade para fazer muita coisa. Férias com amigas de infância ou com a família são para esquecer. E os meus horários não são compatíveis com o resto das pessoas. Mas, em contrapartida, ganhei muita coisa.
– Como lida com a insegurança da profissão?
– Felizmente, quando iniciei a carreira, já tinha alguma maturidade e consciência do que era esta profissão. A formação que tive e a minha estrutura familiar sempre me ajudaram muito. O importante é não nos deixarmos deslumbrar e apostar na formação. Tem de haver grande força interior para não desistir.
– Sente a crise?
– Sim. É uma crise económica e faz-se sentir em todas as áreas. Mas não podemos desmotivar. Temos de aproveitar todas as oportunidades que nos são dadas e tentar o melhor cachê possível. A paixão e o amor à profissão devem superar o facto de, por vezes, não se receber tanto.