
Tinham acabado, mas, no final de 2009 ressurgiram com Project, o disco que, na primeira semana de vendas, entrou directamente para a liderança do Top musical. Em Março, os D’Zrt iniiam a tour nacional. Vamos cantar Feeling bem alto?
O que aconteceu para voltarem a reunir-se?
Edmundo: Num belo dia, cheio de sol, convidaram-nos para um passeio à beira-mar… (Risos) Bem, vou saltar os pormenores! (Risos). O convite surgiu da parte da Farol e da TVI, na pessoa de Filipe Terruta. Eles propuseram-nos o nosso regresso. No início não fez sentido algum. Tínhamos acabado há cerca de dois anos e estávamos a lutar pelas nossas carreiras a solo. Mas com muita conversa, chegámos à conclusão de que poderíamos fazer algo em conjunto, mas de uma forma totalmente diferente da que fizemos no passado. A reunião aconteceu porque ficou assente que tudo o que estivesse relacionado com o disco teria de passar por nós… e assim foi.
Que novidades existem em Project, o mais recente disco do grupo?
Edmundo: Bem, como estava a dizer, o álbum foi totalmente prjectado e idealizado por nís – desde a produção, à composição, arranjos, letras -, o que não aconteceu nos trabalhos anteriores, sem haver a obrigação de passar por terceiros. Foi muito motivante e, no fim, tornou-se no projecto mais verdadeiro dos D’ZRT.
Estavam à espera de alcançar o primeiro lugar de discos mais vendidos em Portugal?
Cifrão: HAvia o desejo, uma vez que nunca tínhamos entrado para a liderança do Top na primeira semana de vendas. No entanto, não fizemos o álbum com o intuito de ser um sucesso de vendas, mas porque decidimos voltar a reunir-nos.
Por que baptizam este álbum de Project?
Cifrão: Porque é um projecto que, a determinado momento das nossas vidas, decidimos revisitar – e voltará a acontecer de vez em quando. As nossas carreiras a sola são o nosso projecto de vida.
Do que sentiram mais falta durante o período e que deram a banda D’ZRT por terminada?
Vintém: Bom, a nossa decisão foi muito ponderada e só aconteceu porque chegámos à conclusão que tinhamos objectivos profissionais diferentes, muito distantes uns dos outros. Cada um de nós começou a lutar pelos seus projectos individuais. A partir daí, e falo por mim, tracei o meu caminho e comecei a trabalhar musicalmente no que queria. O resultado foi o meu primeiro disco a solo. Porém, houve um momento em que começámos a sentir falta uns dos outros, da euforia, do trabalho em conjunto…
O regresso dos D’ZRT tem prazo de validade?
Vintém: O nosso regresso foi feito a pensar na gravação do disco e na realização de uma digressão de norte a sul do País, que, aliás, começará em Março e prolongar-se-á até Setembro. Os concertos irão dar a conhecer o novo álbum e revisitarão os anteriores. Neste momento, as nossas carreiras individuais estão congeladas – é complicado conciliar tudo-, mas são, obviamente, para se manter.
Edmundo: É claro que as nossas carreiras a solo são para continuar, mas teremos a banda como refúgio, onde faremos a musicalidade que bem entendermos. É um encontro de amigos. Mandamos vir umas pizas e fazemos umas músicas (risos).
Em Março, regressão aos concertos. Quais são as vossas expectativas para a nova digressão?
Angélico: Como estamos mal habituados desde início das nossas carreiras, queremos casa cheia! (Risos).