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Promos da série VII dos Morangos com Açucar

September 16, 2009 | Categorias: Exclusivos, Fotos | Comentários: 4 Comentários

Existem mais 2 promos que irei adicionar hoje à noite, para quem quiser usar as promos por favor não se esqueçam dos créditos.
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Musica dos anos 80 em Cascais

September 16, 2009 | Categorias: Eventos | Comentários: 1 Comentário
“Gosto imenso da música dos anos 80, apesar de ter nascido nessa altura. Não conheço muito das bandas portuguesas, mas lembro-me que a minha mãe me mostrou algumas músicas das ‘Doce’ e eu adorei”, recorda Mia Rose que esteve na festa com o namorado, Lourenço Ortigão, que vai ser protagonista da nova série dos “Morangos com Açucar”.
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Angélico Vieira e Anita Costa?

September 16, 2009 | Categorias: Imprensa | Comentários: 3 Comentários

Enquanto Rita Pereira garante não precisar de um grande amor, o seu ex parece estar de novo apaixonado. Angélico poderá estar a viver um romance com a actriz dos ‘Morangos com Açúcar’ Anita Costa. Apesar de os dois se manterem em silêncio, tudo indica que o amor anda no ar. Até porque a actriz foi surpreendida num dos concertos que Angélico deu. Na Feira do Crato, Anita Costa tentou passar despercebida ao assistir ao concerto do suposto novo amor numa lateral do palco. Antes disso, os dois foram vistos em clima de romantismo numa discoteca.
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Contagem decrescente começa… Agora!

September 15, 2009 | Categorias: Website | Comentários: Nenhum Comentário
A série VII dos Morangos com Açucar está mesmo quase a estrear, este visual temporário é para criar suspense até à nova série e também nova versão do site. Peço a todos os elites/tops que não retirem pois este visual durará apenas uma semana (até à estreia da nova série). Fiquem atentos!
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Entrevista: Sofia Duarte Silva

September 14, 2009 | Categorias: Imprensa | Comentários: 1 Comentário
Sofia Duarte Silva adora representar, educar Leonardo, seu filho e de Nuno Monte, cantar e estudar. E o seu grande sonho nesta área é concluir o terceiro ano do curso de Língua Gestual, para poder ajudar quem não ouve. Na música, sonha ser vocalista num grupo que o irmão, João, está a formar.
- Qual é a sua personagem em ‘Morangos VII’, na TVI?
É uma personagem gira, deliciosa, a Ângela Trindade, professora de História. É uma descoberta todos os dias. Estou a contracenar com actores fabulosos, como a Filomena Gonçalves, que faz de directora da escola. Eu e o Élvio Camacho, que vai leccionar Matemática, somos professores das disciplinas mais teóricas.
- Como caracteriza a Ângela?
Ela gosta muito de cantar. Mas ainda não chegou a essa fase. As outras personagens vão suspeitando de algo, mas só mais tarde descobrirão como ela é, porque se percebe, através da sua atitude, que tem algo a esconder. Ela usa uma ‘máscara’ para se proteger, através de uma atitude mais arrogante e agressiva, daquilo que verdadeiramente gostaria de fazer: cantar. Mas, por mais máscaras que nós tenhamos, vamo-nos desvendando a pouco e pouco. É uma personagem que me motiva muito.
- Por que é que ela é uma cantora frustrada?
A Ângela deveria ter seguido Artes, mas acabou por se formar em História, um pouco para não deixar ficar mal os pais, mas também porque não teve coragem nem sequer para tentar cantar.
- Foi-lhe necessária alguma preparação para interpretar uma professora?
Não. É algo que conheço bem. Dou aulas há dois anos na Escola Secundária Passos Manuel. E os problemas que acontecem entre alunos e professores são muito similares. Quase parece que os guionistas que estão a escrever para os ‘Morangos com Açúcar’ estiveram dentro da minha escola para se inspirarem.
- Os ‘Morangos VII’ são muito realistas?
Sim, muito, tirando dois ou três pormenores.
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Entrevista – Eunice Freitas

September 14, 2009 | Categorias: Imprensa | Comentários: Nenhum Comentário
Ligada à dança mas com o bichinho da interpretação, Eunice Freitas dá vida à professora Gabriela em ‘Morangos com Açúcar’, série exibida na TVI.
- Como foi a experiência dos ‘Morangos com Açúcar’?
Aprendi bastante com todos. Tanto actores como técnicos de som, de luz, câmaras, realizadores. A representação é uma área na qual podemos absorver muito conhecimento, não só directamente, quando estamos a fazer as nossas cenas, mas indirectamente, pelo trabalho de equipa. É muito importante ouvir os técnicos e criar uma boa relação, pois podemos aprender muito com o trabalho de equipa.
- Pode especificar melhor essa aprendizagem com a equipa?
Por exemplo, com as câmaras. Uma cena pode melhorar muito mais se o posicionamente da câmara for o perfeito e familiar. Se não tivermos uma relação de equipa com o operador de câmara, isso passa um pouco ao lado. Acaba por ser um bocado da nossa intuição. É muito importante o trabalho de ouvir os técnicos e criar uma boa relação.
- Como caracteriza a Gabriela?
Para a Gabriela a palavra impossível não existe. Para ela tudo é possível e, devido a esse positivismo, atrai pessoas à sua volta e tem o apoio de todos. Acho que a personagem é uma faísca que atiça as outras pessoas, os alunos e mesmo pessoas que eram ‘inimigas’. Ela acaba por passar por cima dos problemas pessoais para poder ajudar nesse sentido, da perseverança e da humanidade. É uma personagem bonita. Tenho pena de não ter tido nenhum namorado na série e que a Gabriela só tenha tido vida profissional, porque ela acaba por falar da sua vida pessoal só em relação ao passado. Mas acaba por, ela própria, não ter muito espaço para mostrar a sua personalidade, enquanto pessoa que gostaria de partilhar e amar.
- Identifica-se com ela?
Sim, em algumas coisas. Aquilo com que mais me identifico é o seu positivismo. É uma pessoa que está sempre preocupada com os alunos e com as pessoas que a rodeiam. Ela também é uma sonhadora, porque ajuda os alunos a conquistarem um sonho. A Gabriela leva-os a acreditar nas coisas positivas e nos sonhos. Sou uma pessoa sonhadora.
- Houve pessoas marcantes para si na série?
Gostei muito de conhecer o Nicolau Breyner profissionalmente. Ele transmite-nos muita calma e confiança. Isso é muito importante quando estamos a contracenar com alguém. Nas primeiras cenas fiquei nervosa, pela responsabilidade que era estar a contracenar com ele, mas, ao mesmo tempo, sentia-se uma grande calma. Isto porque confiamos no trabalho dele e é sempre uma surpresa, no sentido em que há qualquer coisa que ele acrescenta à cena, uma palavra, uma frase, que eu, no meu trabalho de casa, não pensei e não cheguei lá.
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